Com a intenção de definir ideias que vão ser para nós muito úteis para comentar e comparar diferentes gerações de juventudes N.S., temos de dizer que cumpre com a raça do espírito aquele que é consciente de sua natureza e origem sacras, aquele que compreende sua vida como a da luta interior que persegue para se elevar acima de sua simples condição humana para chegar ao Conhecimento. Assim compreendeu sempre o mundo indo-europeu a Espiritualidade. E cumpre com a raça da alma, ou da mente, aquele que guarda as qualidades do carácter que caracterizaram os nossos ancestrais indo-arianos.
Qualidades tais como a capacidade de auto-superação, de entrega e sacrifício por um ideal, a nobreza, a fidelidade, a camaradagem, a sinceridade, o valor, a honra, o heroísmo, a autodisciplina, o temperamento ou o auto-controle e domínio de si mesmo. Cumpre, finalmente, com a raça do corpo aquele que é sabedor de que cada raça física é portadora de um tipo de espiritualidade e de valores concretos e que, consequentemente, aspira a conservá-la intacta de cruzamentos e interferências deformadoras e suicidas com outras raças. Só quem cumpre com estes três níveis raciais, isto é, com a raça do espírito, com a raça da alma e com a raça do corpo, se pode considerar como de raça pura? (outra vez a expressão tabu)
Podemos nos perguntar se foi de raça pura a juventude hitleriana. Claro está que se manteve livre de misturas com outras raças e que, além disso, se empenhou em melhorar o estado de seu corpo através do exercício físico, dos bons hábitos alimentícios, de seu desprezo ao álcool e de seu contacto contínuo com a natureza. Portanto, óbvio é afirmar que cumpriu completamente com a raça do corpo.
Incutiram os valores próprios da alma indo-europeia que enumerámos parágrafos mais acima e, além disso, esses valores foram impregnando seu carácter e sua personalidade e foram se tornando realidade através da forja que representou a prática de desporto, das actividades que faziam parte dos acampamentos que se organizavam, da sua participação no Serviço do Trabalho ou no Serviço Militar.
A heróica participação da Juventude Hitleriana nos trágicos estertores da II Guerra Mundial confirmou que essa juventude, de maneira mais que sobressalente, tinha cumprido com a raça da alma.
Pois bem, agora pergunto se cumpre também com todos estes requisitos a actual juventude N.S.
Por um lado evita os cruzamentos com outras raças mas, por outro lado, não é excessivamente dada ao exercício físico e não é
completamente alheia, por exemplo, ao consumo de álcool, drogas ou fumo. Portanto não cuida nem forja o seu corpo como deveria.
Isto é, não cumpre, excepto nem poucas honrosas excepções, com a raça do corpo. E não cumpre com ela porque não cumpre com a da alma, já que ao ter nascido e ter crescido num mundo tão dissoluto, hedonista, concupiscente e aburguesado como o de nossas sociedades liberais não tornou possível poder despertar em seu interior, na medida adequada, os valores que citamos como próprios da alma dos povos indo-europeus; valores que a serem desenvolvidos lhes teriam sido muito úteis
para inculcar também ao seu suporte físico uma disciplina que houvesse feito cumprir com a raça do corpo. Muitos jovens que se definem como N.S. adoecem dos mesmos defeitos na esfera da alma-mente dos quais é vítima o resto de nossa juventude contemporânea: são indisciplinados, são impontuais, são inconstantes em seus gostos e inclinam-se frequentemente às intrigas e à crítica fácil e destrutiva; novamente há que mencionar que, felizmente, as excepções não faltam.
Exposto tudo isto, não me cabe afirmar que a actual juventude Nacional -Socialista dista muito de ser de raça pura. Resta-me pois, tentar vislumbrar que traços podem caracterizar as futuras gerações de
jovens Nacional-Socialistas. E temos de dizer que tendo em conta as actuais, as futuras não apresentam um bom panorama, já que é um mundo todo-poderoso dissoluto e dissolvente que vai empeçonhando o jovem desde sua mais terna infância e o soltar-se de tanta nefasta peçonha significa, para o jovem que se inclinou ao Nacional Socialismo, um trabalho longo, árduo, inacabável, titânico e quase quimérico, nunca perdendo totalmente a esperança, outra situação diferente seria se se chegasse ao poder e a juventude já não tivesse que se criar entre as imundícies corrosivas propagadas pela liberal-partidocracia. Mas se este sonho não acontece num futuro próximo, não há que deixar de ter em conta que, por muitas deficiências que manifeste, sempre acabará gozando de qualidades bem mais elevadas um jovem que tenha a sorte ou a possibilidade de se inclinar ao Nacional Socialismo que outro que não tenha mais maneira de "entender" a existência que lhe "oferece" o mundo democrático-burguês.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Princípios elementares
A Natureza não cria nem criou jamais dois seres ou indivíduos iguais, senão que em cada um aplica distintas proporções dos mesmos componentes e características, estabelecendo deste modo hierarquias e marcando cada indivíduo em seu próprio nível.
O direito de propriedade forma parte da Natureza e como tal o Nacional-Socialismo respeita-o. Tão só lhe põe limites quando a propriedade individual vá em detrimento dos demais indivíduos, ou seja, quando atenta contra o bem comum.
Por fim, na Economia Nacional-Socialista aceita-se a empresa privada, com a ressalva de que os postos dirigentes devem ser ganhos por capacidade pessoal e não por riqueza, sobrenome ou influência, de preferência os donos das empresas sejam os seus próprios trabalhadores. O Estado é dono dos serviços públicos, empresas estratégicas e aquelas que, por seu tamanho, não convém à sociedade que estejam em mãos particulares.
Em lugar do “padrão ouro” aceite internacionalmente, ainda que imposto pelos judeus, usa-se o “padrão trabalho” e não existe o interesse sobre o capital, sendo que o dinheiro é só um meio de troca e não uma mercadoria. Única e exclusivamente o trabalho, seja manual ou intelectual, pode gerar riquezas.
Não cremos, nem aceitamos o sistema partidocrático mal chamado “democracia”. Á cabeça do Estado deve haver um só líder, que conseguirá essa posição impondo-se pelo seu valor pessoal, seu dom de comando, capacidade intelectual e qualidades morais. Assessora-lhe um Conselho e abaixo deste estão os Ministros, seguidos por um Senado técnico profissional e uma Câmara Corporativa. Nesta não têm lugar os politiqueiros profissionais, pois é integrada por dois representantes de cada Parte, ou seja, de cada actividade específica da indústria, agricultura, comércio, profissões e ofícios. Estes representantes não vão cumprir ordens de partido, senão defender os interesses e estabelecer os problemas de seus colegas, ou seja, os mesmos que eles vivem na própria pele.
Na Educação ter-se-á que formar mentes sãs em corpos sãos e bem nutridos, evitando entupir ditas mentes com conhecimentos enciclopédicos inúteis e desenvolvendo em seu lugar o carácter e a vontade, aptidões físicas e morais para um melhoramento da raça e todo este processo em estreito contacto com a Natureza. Na Educação Superior não haverá entraves para os realmente capazes e dotados, barrando-se as portas aos que, tendo dinheiro, influências ou sobrenomes, não estejam realmente capacitados. Uma juventude sã, respeitosa, bem-educada e desportista não cai no delito, nem na droga. Na Justiça criar-se-ão códigos de aplicação rápida e simples, que castiguem efectivamente todos os culpados, sem lugar para resquícios legais, argúcias de advogados, pressões políticas ou falhas do sistema que actualmente o tornam inoperante e injusto. Os delinquentes deixarão de ludibriar a comunidade que os mantêm.
Na Agricultura sustentamos que a terra adquirida e defendida pela Nação deve estar só em mãos de conterrâneos, os que terão a obrigação de cultivá-la e com vistas a servir ao interesse Nacional. A propriedade agrícola será passível de herança, evitando a subdivisão, e o Estado promoverá a colonização das zonas não exploradas. Eliminar-se-ão as hipotecas sobre terras.
Na Política interna dar-se-á preferência absoluta ao Português sobre qualquer estrangeiro e este último será tolerado como hóspede enquanto sua presença seja uma contribuição positiva para nossa comunidade, sendo expulso tão pronto transgrida alguma lei ou atente de qualquer maneira contra o Bem Comum.
Na Política exterior defender-se-ão os interesses Portugueses de forma enérgica e inapelável, frente a todo inimigo aberto ou encoberto tanto através do capitalismo como do marxismo apátrida, os dois braços com que estrangulam a Humanidade.
O Liberalismo democrático e o Marxismo-Leninismo hoje não podem continuar a esconder o seu rotundo fracasso, enquanto os Princípios do Nacional-socialismo já provaram sua eficácia. O III Reich na Alemanha aplicou-os e, resgatando a sua Pátria do mais profundo dos abismos, colocou-a acima de todas as nações.
O direito de propriedade forma parte da Natureza e como tal o Nacional-Socialismo respeita-o. Tão só lhe põe limites quando a propriedade individual vá em detrimento dos demais indivíduos, ou seja, quando atenta contra o bem comum.
Por fim, na Economia Nacional-Socialista aceita-se a empresa privada, com a ressalva de que os postos dirigentes devem ser ganhos por capacidade pessoal e não por riqueza, sobrenome ou influência, de preferência os donos das empresas sejam os seus próprios trabalhadores. O Estado é dono dos serviços públicos, empresas estratégicas e aquelas que, por seu tamanho, não convém à sociedade que estejam em mãos particulares.
Em lugar do “padrão ouro” aceite internacionalmente, ainda que imposto pelos judeus, usa-se o “padrão trabalho” e não existe o interesse sobre o capital, sendo que o dinheiro é só um meio de troca e não uma mercadoria. Única e exclusivamente o trabalho, seja manual ou intelectual, pode gerar riquezas.
Não cremos, nem aceitamos o sistema partidocrático mal chamado “democracia”. Á cabeça do Estado deve haver um só líder, que conseguirá essa posição impondo-se pelo seu valor pessoal, seu dom de comando, capacidade intelectual e qualidades morais. Assessora-lhe um Conselho e abaixo deste estão os Ministros, seguidos por um Senado técnico profissional e uma Câmara Corporativa. Nesta não têm lugar os politiqueiros profissionais, pois é integrada por dois representantes de cada Parte, ou seja, de cada actividade específica da indústria, agricultura, comércio, profissões e ofícios. Estes representantes não vão cumprir ordens de partido, senão defender os interesses e estabelecer os problemas de seus colegas, ou seja, os mesmos que eles vivem na própria pele.
Na Educação ter-se-á que formar mentes sãs em corpos sãos e bem nutridos, evitando entupir ditas mentes com conhecimentos enciclopédicos inúteis e desenvolvendo em seu lugar o carácter e a vontade, aptidões físicas e morais para um melhoramento da raça e todo este processo em estreito contacto com a Natureza. Na Educação Superior não haverá entraves para os realmente capazes e dotados, barrando-se as portas aos que, tendo dinheiro, influências ou sobrenomes, não estejam realmente capacitados. Uma juventude sã, respeitosa, bem-educada e desportista não cai no delito, nem na droga. Na Justiça criar-se-ão códigos de aplicação rápida e simples, que castiguem efectivamente todos os culpados, sem lugar para resquícios legais, argúcias de advogados, pressões políticas ou falhas do sistema que actualmente o tornam inoperante e injusto. Os delinquentes deixarão de ludibriar a comunidade que os mantêm.
Na Agricultura sustentamos que a terra adquirida e defendida pela Nação deve estar só em mãos de conterrâneos, os que terão a obrigação de cultivá-la e com vistas a servir ao interesse Nacional. A propriedade agrícola será passível de herança, evitando a subdivisão, e o Estado promoverá a colonização das zonas não exploradas. Eliminar-se-ão as hipotecas sobre terras.
Na Política interna dar-se-á preferência absoluta ao Português sobre qualquer estrangeiro e este último será tolerado como hóspede enquanto sua presença seja uma contribuição positiva para nossa comunidade, sendo expulso tão pronto transgrida alguma lei ou atente de qualquer maneira contra o Bem Comum.
Na Política exterior defender-se-ão os interesses Portugueses de forma enérgica e inapelável, frente a todo inimigo aberto ou encoberto tanto através do capitalismo como do marxismo apátrida, os dois braços com que estrangulam a Humanidade.
O Liberalismo democrático e o Marxismo-Leninismo hoje não podem continuar a esconder o seu rotundo fracasso, enquanto os Princípios do Nacional-socialismo já provaram sua eficácia. O III Reich na Alemanha aplicou-os e, resgatando a sua Pátria do mais profundo dos abismos, colocou-a acima de todas as nações.
domingo, 4 de julho de 2010
Ainda sobre a mulher
Nos últimos anos tem ocorrido, na Mulher, a redução do Papel de Mãe a um mero trâmite biológico de incubação de nove meses: o homem tonto é o mais feliz, o idiota antiquado auto-definido como "machista", esse que ri ás gargalhadas com as piadas para imbecis que põem ao ridículo a mulher, especialmente em sua sexualidade íntima. A Mulher tem sido reduzida a um mero objecto de prazer decorativo, uma vil mercadoria, denegrida, explorável... Uma máquina de penetração. Salvo alguns notáveis casos, a Mulher é tratada nos meios como um vulto sexual: se faltam tetas, aí estão os silicones; se sobram quilos, aí está a lipoaspiração. A publicidade vende milhões com os seus bustos, as suas nádegas e a sua própria alma. Nada a tem tirado mais do seu papel natural, do seu lugar de luta vital.
Já não basta que a Mulher se vista atractiva e insinuante, luzindo
sua beleza, ressaltando seu corpo que sempre, sempre foi de admiração e
emblema de estética, inspiração de artistas. Já não basta isso e não
voltará a bastar. Desde criança que as induzem a vestir roupas provocadoras, apelando a sexualismos que não poderiam passar inadvertidos nem pelos mais inocentes olhares. Já não basta mostrar as suas pernas, mas também terá que mostrar um pedaço de rabo saindo das calça. Não basta a forma dos seus seios, deverá usar transparências para fazer visíveis os detalhes interiores. Não basta a sua cintura, mas deverá mostrar muito mais acima e abaixo. Agradam a vista e o desejo desses "homens" dominados pelos seus impulsos sexuais, cheios de sombras escuras, incapazes de relacionar-se com o sexo oposto sem pensar em alguma aventura sexual. A genitalização da Mulher é provocada por esses ordinários que utilizam seu corpo não para admirá-lo nem para o deleite da contemplação, mas para vender produtos comerciais ou subir a audiência dos shows televisivos... E a expressão máxima de humilhação da imagem da mulher: a pornografia, que se vale da indignidade de vulgares putas para cultivar uma imagem da Mulher como mercadoria.
Já não basta que a Mulher se vista atractiva e insinuante, luzindo
sua beleza, ressaltando seu corpo que sempre, sempre foi de admiração e
emblema de estética, inspiração de artistas. Já não basta isso e não
voltará a bastar. Desde criança que as induzem a vestir roupas provocadoras, apelando a sexualismos que não poderiam passar inadvertidos nem pelos mais inocentes olhares. Já não basta mostrar as suas pernas, mas também terá que mostrar um pedaço de rabo saindo das calça. Não basta a forma dos seus seios, deverá usar transparências para fazer visíveis os detalhes interiores. Não basta a sua cintura, mas deverá mostrar muito mais acima e abaixo. Agradam a vista e o desejo desses "homens" dominados pelos seus impulsos sexuais, cheios de sombras escuras, incapazes de relacionar-se com o sexo oposto sem pensar em alguma aventura sexual. A genitalização da Mulher é provocada por esses ordinários que utilizam seu corpo não para admirá-lo nem para o deleite da contemplação, mas para vender produtos comerciais ou subir a audiência dos shows televisivos... E a expressão máxima de humilhação da imagem da mulher: a pornografia, que se vale da indignidade de vulgares putas para cultivar uma imagem da Mulher como mercadoria.
sábado, 3 de julho de 2010
Nazis virtuais e nazis eventuais
Um mal endémico que afecta o movimento Nacional-Socialista é sem dúvida a do "nazi virtual", que junto a outras desgraças, vem dificultar ainda mais o trabalho de uma doutrina já por si rodeada de obstáculos propagados sobre este mundo dia após dia por parte do inimigo: Snobismo, perda evidente da capacidade de pensar, drogas, lixo ideológico, e em geral, todas essas doenças que nos corroem e são mais que conhecidas por todos.
O nazi virtual é uma calamidade e um autêntico anti-nazi.
A acção do nazi virtual resume-se quase exclusivamente ao seu computador, a digitar suas incansáveis e exaltadas frases anti-sistema (do qual é parte sem sabê-lo), e a chamar as hostes brancas na luta sem quartel contra o homossexualismo, a imigração e a "decadência moral" etc, etc...
E é que o nazi virtual se vê assim mesmo como um duro, um verdadeiro guerreiro do asfalto, uma espécie de cão de fila racial e um guardião do território. Na realidade está muito longe de ser tudo isso, e ainda mais longe de ser um genuíno Nacional-Socialista em toda a extensão da palavra.
Infelizmente o nazi virtual não é outra coisa mais que um presunçoso disfarçado e um estúpido incapaz de compreender minimamente a procedência ética do pensamento Nacional-Socialista. Para os nazis virtuais tudo se reduz a um manuseio literário do qual só entendem o suficiente para o interpretarem mal.
O perfil do nazi virtual não estaria completo senão acrescentássemos que se trata de um indivíduo incapaz de entender o significado das palavras Compromisso, Sacrifício e Vontade. Para o nazi virtual, o seu nazismo termina no momento no qual deve fazer cumprir sua palavra de "macho ariano".
Se se trata de alguma actividade NS ao qual foi convidado, dirá que sim de imediato, horas depois haverá esquecido do dito e finalmente liga uma hora antes do evento para cancelá-la com qualquer pretexto estúpido.
Conclusão? Estamos rodeados de sujeitos com os quais não se pode contar para nada, que não servem para ninguém, que não entendem de que se trata a luta, que não contribuem nada e que nem sequer servem para número para eventuais actividades NS. São filhos atrofiados desta época maldita que vivemos: incapazes de percorrer distâncias sob a chuva, sob o calor do sol, por solidariedade ou simplesmente para acalmar seu carácter diante da adversidade.
Recomendação: o melhor e mais sábio que um nazi virtual pode fazer é guardar as suásticas e demais símbolos sagrados, deixar de sujá-los, recordar que sob esses símbolos e distintivos morreram verdadeiros Homens, e esperar que os anos passem. Quando finalmente tenham amadurecido e se ainda se sentirem atraídos pelas ideias Nacional-Socialistas talvez estejam prontos para a luta inteligente. Cultivem a pontualidade, a coerência, o cumprimento da palavra dada, a cooperação física e não virtual às actividades humanas organizadas por grupos afins, a leitura constante de livros de corte NS, etc... Se a juventude se
sente muito cheia de energia guerreira, descarreguem-na num ginásio, fazendo propaganda, ou arrecadando fundos para uma organização séria. Acima de todas as coisas… Não causem mais danos ao Nacional-Socialismo com sua estupidez.
Se até agora falamos do nazi virtual (geralmente um menino), é ainda mais vergonhoso o caso de alguns NS já bastante amadurecidos cuja falta de compreensão do Nacional-Socialismo é imperdoável em virtude da idade e do caminho percorrido na vida.
Falo do "nazi eventual". Este é basicamente um teórico com o qual tampouco se pode contar pois tem sempre algo mais importante para fazer, é uma pessoa "ocupadíssima" ao qual por acaso sempre lhe surge algo imprevisto justo no dia da actividade com a qual se comprometeu. Contraditório por excelência, o nazi eventual age opostamente ao que prega. É possível que simpatize com a ideia, mas o mais insignificante assunto doméstico ou pessoal está acima da sua duvidosa convicção Nacional-Socialista e dos compromissos que a ajuda do seu grupo solicita. Esta pessoa não interiorizou a profundidade da filosofia NS e é
uma constante decepção para os outros camaradas, que estão dispostos a sacrificar tempo e recursos acima dos seus assuntos pessoais, em honra e interesse de uma luta que é peremptória. O nazi eventual assistirá a reuniões quando por acaso lhe sobra tempo e quando a actividade não influenciar nos seus "preciosos compromissos". Vê na actividade de grupo só um passatempo relaxante que lhe oferece a oportunidade de manifestar livre e espontaneamente os seus delírios míticos, e até aí chega toda sua participação.
O nazi eventual não é apto para uma organização. Até qualquer grupelho comunista, anarquista ou de damas de caridade o teriam expulso por sua falta de compromisso.
O nazi eventual deverá manter-se dentro das quatro paredes da sua própria casa e dentro das actividades que são verdadeiramente importantes para ele.
Para finalizar com este artigo de verdades óbvias recordemos que hoje mais que nunca é importante o encontro físico. Conhecermo-nos pessoalmente e saber que existem outras pessoas com rosto humano e branco como o nosso que não são somente uma tela de vidro. Que devemos participar dos eventos de outros grupos por solidariedade e para adquirir laços de camaradagem. Que a filosofia Nacional-Socialista é física, naturalista, é músculo e dinâmica, ar livre, sacrifícios e
privações. Que é encontro de sangue não de chips e cd’s.
O nazi virtual é uma calamidade e um autêntico anti-nazi.
A acção do nazi virtual resume-se quase exclusivamente ao seu computador, a digitar suas incansáveis e exaltadas frases anti-sistema (do qual é parte sem sabê-lo), e a chamar as hostes brancas na luta sem quartel contra o homossexualismo, a imigração e a "decadência moral" etc, etc...
E é que o nazi virtual se vê assim mesmo como um duro, um verdadeiro guerreiro do asfalto, uma espécie de cão de fila racial e um guardião do território. Na realidade está muito longe de ser tudo isso, e ainda mais longe de ser um genuíno Nacional-Socialista em toda a extensão da palavra.
Infelizmente o nazi virtual não é outra coisa mais que um presunçoso disfarçado e um estúpido incapaz de compreender minimamente a procedência ética do pensamento Nacional-Socialista. Para os nazis virtuais tudo se reduz a um manuseio literário do qual só entendem o suficiente para o interpretarem mal.
O perfil do nazi virtual não estaria completo senão acrescentássemos que se trata de um indivíduo incapaz de entender o significado das palavras Compromisso, Sacrifício e Vontade. Para o nazi virtual, o seu nazismo termina no momento no qual deve fazer cumprir sua palavra de "macho ariano".
Se se trata de alguma actividade NS ao qual foi convidado, dirá que sim de imediato, horas depois haverá esquecido do dito e finalmente liga uma hora antes do evento para cancelá-la com qualquer pretexto estúpido.
Conclusão? Estamos rodeados de sujeitos com os quais não se pode contar para nada, que não servem para ninguém, que não entendem de que se trata a luta, que não contribuem nada e que nem sequer servem para número para eventuais actividades NS. São filhos atrofiados desta época maldita que vivemos: incapazes de percorrer distâncias sob a chuva, sob o calor do sol, por solidariedade ou simplesmente para acalmar seu carácter diante da adversidade.
Recomendação: o melhor e mais sábio que um nazi virtual pode fazer é guardar as suásticas e demais símbolos sagrados, deixar de sujá-los, recordar que sob esses símbolos e distintivos morreram verdadeiros Homens, e esperar que os anos passem. Quando finalmente tenham amadurecido e se ainda se sentirem atraídos pelas ideias Nacional-Socialistas talvez estejam prontos para a luta inteligente. Cultivem a pontualidade, a coerência, o cumprimento da palavra dada, a cooperação física e não virtual às actividades humanas organizadas por grupos afins, a leitura constante de livros de corte NS, etc... Se a juventude se
sente muito cheia de energia guerreira, descarreguem-na num ginásio, fazendo propaganda, ou arrecadando fundos para uma organização séria. Acima de todas as coisas… Não causem mais danos ao Nacional-Socialismo com sua estupidez.
Se até agora falamos do nazi virtual (geralmente um menino), é ainda mais vergonhoso o caso de alguns NS já bastante amadurecidos cuja falta de compreensão do Nacional-Socialismo é imperdoável em virtude da idade e do caminho percorrido na vida.
Falo do "nazi eventual". Este é basicamente um teórico com o qual tampouco se pode contar pois tem sempre algo mais importante para fazer, é uma pessoa "ocupadíssima" ao qual por acaso sempre lhe surge algo imprevisto justo no dia da actividade com a qual se comprometeu. Contraditório por excelência, o nazi eventual age opostamente ao que prega. É possível que simpatize com a ideia, mas o mais insignificante assunto doméstico ou pessoal está acima da sua duvidosa convicção Nacional-Socialista e dos compromissos que a ajuda do seu grupo solicita. Esta pessoa não interiorizou a profundidade da filosofia NS e é
uma constante decepção para os outros camaradas, que estão dispostos a sacrificar tempo e recursos acima dos seus assuntos pessoais, em honra e interesse de uma luta que é peremptória. O nazi eventual assistirá a reuniões quando por acaso lhe sobra tempo e quando a actividade não influenciar nos seus "preciosos compromissos". Vê na actividade de grupo só um passatempo relaxante que lhe oferece a oportunidade de manifestar livre e espontaneamente os seus delírios míticos, e até aí chega toda sua participação.
O nazi eventual não é apto para uma organização. Até qualquer grupelho comunista, anarquista ou de damas de caridade o teriam expulso por sua falta de compromisso.
O nazi eventual deverá manter-se dentro das quatro paredes da sua própria casa e dentro das actividades que são verdadeiramente importantes para ele.
Para finalizar com este artigo de verdades óbvias recordemos que hoje mais que nunca é importante o encontro físico. Conhecermo-nos pessoalmente e saber que existem outras pessoas com rosto humano e branco como o nosso que não são somente uma tela de vidro. Que devemos participar dos eventos de outros grupos por solidariedade e para adquirir laços de camaradagem. Que a filosofia Nacional-Socialista é física, naturalista, é músculo e dinâmica, ar livre, sacrifícios e
privações. Que é encontro de sangue não de chips e cd’s.
A Mulher
O primeiro papel que tem gratificado uma mulher é o que
determina a Natureza. Existe aqui uma questão fundamental, pois a
coluna vertebral do Nacional-Socialismo é a Natureza e seus exemplos a
imitar, portanto, a função que ela entrega é a primeira e mais importante. Qual é essa função?
A Natureza tem dotado a Mulher de características próprias que a fazem diferente do homem, felizmente, pois de outro modo seríamos todos
uns homossexuais. É precisamente a Mulher a que às vezes luta com o seu próprio marido para procurar o dinheiro necessário para o sustento familiar e evitar que este não beba nos bares e nas tascas do bairro, cada fim do mês. É seu instinto de mãe, de patroa do lar, de alma da casa e de protectora.
A mulher tem um carinho incondicional pelos seus filhos. Ama-os acima de tudo. Esse é o carinho que devem os filhos á sua mãe; incondicional, como o amor à Pátria. Aquele que não ama a sua mãe até a morte é só um bastardo incapaz de amar.
A Mulher é a lealdade encarnada: perdoa uma e outra vez esses maridos idiotizados pelas fantasias sexuais promovidas pela televisão sendo incapazes de reconhecer a benção de Mulher que têm ao lado.
Porém, esta delicada e importante tarefa da Mulher-Mãe na actualidade tem sido reduzida e confundida pela propaganda capitalista, através de todos seus meios de informação e influência, chame-se televisão, jornais, revistas, governos e até organismos internacionais como a ONU. Através da forçada "igualdade" entre os sexos não têm alcançado mais que destruir a mútua inteligência e promover as distâncias. O destruir o papel de Mãe da Mulher teve como resultado a produção de gerações de jovens cada vez mais "entontecidos" e carentes de valor, incapazes de permanecer ligados ás suas frágeis famílias, promovendo a formação e fraternidade em grupos criminosos. A Mulher é a única capaz de formar um filho na sua plenitude.
Porém, dada a actual situação social, o trabalho solidário para o
engrandecimento de um Povo ou de uma Nação, entre ambos os sexos, é
impossível... A formação dos filhos fica nas mãos de madrastas, tutores,
familiares distantes, ou seja, em mãos de estranhos.
determina a Natureza. Existe aqui uma questão fundamental, pois a
coluna vertebral do Nacional-Socialismo é a Natureza e seus exemplos a
imitar, portanto, a função que ela entrega é a primeira e mais importante. Qual é essa função?
A Natureza tem dotado a Mulher de características próprias que a fazem diferente do homem, felizmente, pois de outro modo seríamos todos
uns homossexuais. É precisamente a Mulher a que às vezes luta com o seu próprio marido para procurar o dinheiro necessário para o sustento familiar e evitar que este não beba nos bares e nas tascas do bairro, cada fim do mês. É seu instinto de mãe, de patroa do lar, de alma da casa e de protectora.
A mulher tem um carinho incondicional pelos seus filhos. Ama-os acima de tudo. Esse é o carinho que devem os filhos á sua mãe; incondicional, como o amor à Pátria. Aquele que não ama a sua mãe até a morte é só um bastardo incapaz de amar.
A Mulher é a lealdade encarnada: perdoa uma e outra vez esses maridos idiotizados pelas fantasias sexuais promovidas pela televisão sendo incapazes de reconhecer a benção de Mulher que têm ao lado.
Porém, esta delicada e importante tarefa da Mulher-Mãe na actualidade tem sido reduzida e confundida pela propaganda capitalista, através de todos seus meios de informação e influência, chame-se televisão, jornais, revistas, governos e até organismos internacionais como a ONU. Através da forçada "igualdade" entre os sexos não têm alcançado mais que destruir a mútua inteligência e promover as distâncias. O destruir o papel de Mãe da Mulher teve como resultado a produção de gerações de jovens cada vez mais "entontecidos" e carentes de valor, incapazes de permanecer ligados ás suas frágeis famílias, promovendo a formação e fraternidade em grupos criminosos. A Mulher é a única capaz de formar um filho na sua plenitude.
Porém, dada a actual situação social, o trabalho solidário para o
engrandecimento de um Povo ou de uma Nação, entre ambos os sexos, é
impossível... A formação dos filhos fica nas mãos de madrastas, tutores,
familiares distantes, ou seja, em mãos de estranhos.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Sobre a chamada "Liberdade de expressão"
Faz umas décadas que a liberdade de expressão se valorizava em base "ao que não se pode dizer", aquilo que estava proibido.
Mais tarde descobriu-se um princípio vital para o controle político: não importa tanto proibir muito como proibir o que realmente molesta e é perigoso.
Na sociedade democrática moderna estes temas superaram-se, adquiriu ainda mais importância outro tema: "como se pode expressar" o próprio conteúdo da liberdade de expressão.
Quando se propõe uma valorização da liberdade de expressão na democracia há que se perguntar tanto "o que está proibido" como a importância do que se proíbe com respeito às bases da sociedade, mas sobretudo os meios de difusão que têm as opiniões não proibidas mas contrárias ao Sistema.
Para entender uma política de liberdade de expressão o importante é compreender o que é que se quer defender realmente num Sistema, porque nisso é onde se centrará a repressão. Por isso aqueles sistemas que se baseiam na defesa de Valores têm tendência a reprimir as opiniões contrárias à esses Valores, pois sua base e seu sentido da vida, sua Honra dependem desses valores e não de outros temas.
Neste sentido a democracia liberal não se baseia em Valores, nem sequer na Igualdade, por muito que se tenha como "bandeira pública". E portanto na mais evoluída democracia liberal, a norte-americana, não se limita a liberdade de expressão, porque sua base não é defender uns princípios ou uns valores, nenhum deles.
Enquanto as democracias "progressistas" europeias, muito mais modernas e menos sérias seguem a linha normal de proibir, mais ou menos, as opiniões que se defrontam ao "deus" Igualdade, embora realmente não seja essa repressão algo vital para sua existência.
De forma que não temos de acreditar ingenuamente que as democracias europeias reprimem o racismo ou o revisionismo por cumprir com seus princípios igualitários, mas que o fazem em parte por autêntica necessidade e em parte "por prazer", por dar o gosto às minorias sionistas e progressistas mais radicais.
Por necessidade enquanto não têm também o controle tão completo sobre os mecanismos reais de poder da democracia, dado que em alguns de seus países a farsa democrática é ainda jovem e não está suficientemente evoluída. A imigração massiva pode provocar reacções perigosas, e o sistema não possui ainda uma longa implantação para haver tido tempo de idiotizar completamente a massa, por isso usa a repressão nos temas mais perigosos para o Sistema.
Porque, digamo-lo de uma vez, a democracia é só uma máscara do poder do dinheiro. Portanto não depende de Valores mas de conseguir com que o Dinheiro controle o Poder. Por isso a democracia se baseia em 3 pilares neste tema da liberdade de expressão:
— Dar liberdade a muitas coisas que não sejam perigosas para o Sistema, e pôr isso de relevo;
— Centrar o seu poder nos meios de difundir ideias às massas e na educação. Nenhuma liberdade neste aspecto;
— Proibir só o que realmente atente perigosamente contra o poder económico. E antes de proibi-lo, desprestigiá-lo e difamá-lo mediante os meios de difusão.
Destes 3 pilares tenhamos em conta que a ÚNICA e importante coisa, o que realmente ensina o centro do problema é o domínio dos meios das massas convertendo "liberdade de expressão" em "liberdade de mercado".
Nem o ensino nem a imprensa podem ser livres, o demais não importa. Para isso o ensino se sujeita a um programa obrigatório que elimina qualquer texto não "correcto" e a imprensa a converte em Mercado, dominado portanto pelo dinheiro.
Não nos enganemos, "liberdade de expressão" numa máscara tão falsa como "democracia", só oculta o poder económico sobre os Valores. Eliminemos o poder do dinheiro e tudo será possível, mas enquanto o dinheiro dominar a escola e a imprensa não sonhemos com "liberdade de expressão", é uma farsa.
Mais tarde descobriu-se um princípio vital para o controle político: não importa tanto proibir muito como proibir o que realmente molesta e é perigoso.
Na sociedade democrática moderna estes temas superaram-se, adquiriu ainda mais importância outro tema: "como se pode expressar" o próprio conteúdo da liberdade de expressão.
Quando se propõe uma valorização da liberdade de expressão na democracia há que se perguntar tanto "o que está proibido" como a importância do que se proíbe com respeito às bases da sociedade, mas sobretudo os meios de difusão que têm as opiniões não proibidas mas contrárias ao Sistema.
Para entender uma política de liberdade de expressão o importante é compreender o que é que se quer defender realmente num Sistema, porque nisso é onde se centrará a repressão. Por isso aqueles sistemas que se baseiam na defesa de Valores têm tendência a reprimir as opiniões contrárias à esses Valores, pois sua base e seu sentido da vida, sua Honra dependem desses valores e não de outros temas.
Neste sentido a democracia liberal não se baseia em Valores, nem sequer na Igualdade, por muito que se tenha como "bandeira pública". E portanto na mais evoluída democracia liberal, a norte-americana, não se limita a liberdade de expressão, porque sua base não é defender uns princípios ou uns valores, nenhum deles.
Enquanto as democracias "progressistas" europeias, muito mais modernas e menos sérias seguem a linha normal de proibir, mais ou menos, as opiniões que se defrontam ao "deus" Igualdade, embora realmente não seja essa repressão algo vital para sua existência.
De forma que não temos de acreditar ingenuamente que as democracias europeias reprimem o racismo ou o revisionismo por cumprir com seus princípios igualitários, mas que o fazem em parte por autêntica necessidade e em parte "por prazer", por dar o gosto às minorias sionistas e progressistas mais radicais.
Por necessidade enquanto não têm também o controle tão completo sobre os mecanismos reais de poder da democracia, dado que em alguns de seus países a farsa democrática é ainda jovem e não está suficientemente evoluída. A imigração massiva pode provocar reacções perigosas, e o sistema não possui ainda uma longa implantação para haver tido tempo de idiotizar completamente a massa, por isso usa a repressão nos temas mais perigosos para o Sistema.
Porque, digamo-lo de uma vez, a democracia é só uma máscara do poder do dinheiro. Portanto não depende de Valores mas de conseguir com que o Dinheiro controle o Poder. Por isso a democracia se baseia em 3 pilares neste tema da liberdade de expressão:
— Dar liberdade a muitas coisas que não sejam perigosas para o Sistema, e pôr isso de relevo;
— Centrar o seu poder nos meios de difundir ideias às massas e na educação. Nenhuma liberdade neste aspecto;
— Proibir só o que realmente atente perigosamente contra o poder económico. E antes de proibi-lo, desprestigiá-lo e difamá-lo mediante os meios de difusão.
Destes 3 pilares tenhamos em conta que a ÚNICA e importante coisa, o que realmente ensina o centro do problema é o domínio dos meios das massas convertendo "liberdade de expressão" em "liberdade de mercado".
Nem o ensino nem a imprensa podem ser livres, o demais não importa. Para isso o ensino se sujeita a um programa obrigatório que elimina qualquer texto não "correcto" e a imprensa a converte em Mercado, dominado portanto pelo dinheiro.
Não nos enganemos, "liberdade de expressão" numa máscara tão falsa como "democracia", só oculta o poder económico sobre os Valores. Eliminemos o poder do dinheiro e tudo será possível, mas enquanto o dinheiro dominar a escola e a imprensa não sonhemos com "liberdade de expressão", é uma farsa.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Vamos Ganhar
por David Lane
Recentemente enviámos uma cópia do artigo "Expondo um Crime de Ódio" do jornal Idaho Falls. Vê-se que alguns simpatizantes da Fourteen Words Press distribuíram alguns panfletos dizendo que o Povo Branco deveria assegurar sua existência e ter um futuro para seus filhos. De facto o artigo citou as Catorze Palavras textualmente. Então a nossa Causa alcançou milhares de pessoas com a cortesia da imprensa do Sistema. No ano passado, as Catorze Palavras foram citadas na TV e no Washington Post, bem como em muitas publicações da resistência por todo o mundo. Nada disto teria acontecido se os simpatizantes da Fourteen Words Press se tivessem contentado em difundir a sua mensagem no seu meio bem como no do Movimento.
Gostaria de aproveitar esta oportunidade para felicitar e agradecer a todos e cada um daqueles que tiveram visão e motivação para tomar tão positiva acção. Devemos recordar que nosso primeiro trabalho é acordar número suficiente da nossa gente ante nossa iminente extinção e o que significa. Muitos da nossa Gente ainda acredita que as pessoas brancas são uma maioria, devido aos meios de comunicação inimigos, que chamam aos 90% da população mundial, que é de cor não-branca, de "minorias".
Na ordem para penetrar a “cortina de aço” dos meios de comunicação nós devemos nos centrar no singelo assunto já dito nas Catorze Palavras, e não nos enganando, perseguindo estes conteúdos. Certamente nós podemos reconhecer que há algum valor expondo os exageros do pretendido holocausto, o poder bancário, as violações da Constituição e todos os demais assuntos que ocupam as mentes da chamada Ultra-direita. Mas, eu realmente não me preocupo se o maldito sistema monetário adoptará as hordas de cor não-branca depois que nossa raça estiver extinta. Eu não me preocupo se eles se chamam a si mesmos de conservadores ou liberais. Eu não me preocupo se os judeus convencem as hordas de cor não-branca que seis milhões de "escolhidos" morreram na II Guerra Mundial.
Francamente, não me importa em nada se o mundo inclusive contínua existindo, se os judeus têm sucesso em seu plano de exterminar nossa raça e, portanto se a beleza da mulher Branca Ariana cessasse de existir para sempre. Outra razão para usar as Catorze palavras incessantemente é que estão “desenhadas” para fazer a perseguição às cada vez mais repressivas “leis de ódio" que são cada vez mais difíceis de serem “burladas”. Podem imaginar um promotor do ZOG dizendo a um júri que eles devem achar uma pessoa culpada de um crime só por que ele quer um futuro para os seus filhos? Deixem-me contar um pouco a respeito da minha própria vida.
Faz quase duas décadas quando descobri o que estava acontecendo, planeei uma campanha para distribuir meio milhão de panfletos que eu desenhei. O cabeçalho dos folhetos era "A Morte da Raça Branca". Isto foi o que atraiu o imortal ódio do ZOG. Depois dos judeus descobrirem quem estava distribuindo os panfletos, retiraram a minha licença de agente imobiliário. As represálias económicas são a sua primeira resposta à resistência. Eles usaram a desculpa que desobedeci á lei por não vender casas para gentes de cor não-branca em comunidades Brancas, o qual era verdade, já que tais acções seriam traição à raça. Como queira que de onde tenha vontade há um caminho, eu usei os meus conhecimentos imobiliários para obter um trabalho numa seguradora onde fui capaz sub-repticiamente de fazer mais de quinhentas cópias diárias do panfleto "A Morte da Raça Branca". Passei horas de refeições e fins-de-semana metendo-as nos produtos que se vendem nas lojas. Em livrarias introduzi milhares deles nos livros. Os pára-brisas dos carros em estacionamentos e as cabines telefónicas foram inundados.
As oportunidades são infinitas e só estás limitado pelo tempo, dinheiro e iniciativa. Tenho amigos que "tiram" centenas de jornais editados pelos grandes centros de lojas. Às sextas-feiras à noite passava metendo os panfletos dentro deles e fixando-os com elásticos. Então, no Sábado à noite milhares deles eram entregues como se fosse o jornal de Domingo. Se tens um trabalho e não queres ficar exposto, tu podes desenvolver tuas próprias tácticas de guerrilha para prevenir ser identificado pela polícia do pensamento deste auto-chamado país livre.
Eu não espero que cada leitor da Focus Fourteen tenha o tempo ou os recursos para dispor na distribuição que eu fiz uma vez. Mas vamos extrapolar. Se só cem dos nossos simpatizantes distribuíssem só catorze "Manifestos do Genocídio Branco" ou outros panfletos por dia, resultariam mais de 10.000 (100 pessoas X 14 panfletos= 1400 panfletos X 7= 9800 panfletos) por semana e cerca de um milhão por ano (1400 panfletos de todos os ativistas por dia X 365= 511000 panfletos). Isto é pedir muito pela nossa causa sagrada? O inimigo não pode suportar esta classe de pressão das Catorze Palavras indefinidamente, ou inclusive por um período de tempo prolongado. Adicionalmente, nós podemos esperar que cada vez mais e mais motivados recrutas se unirão ao esforço pelas Catorze Palavras, o Grito de batalha da nossa Gente está crescendo a uma taxa exponencial que deve estar aterrorizando o inimigo.
Façamos que a gente se una a nós ou permaneça fora do nosso caminho porque nós tentamos ganhar. Mas os perdedores, os vagabundos, os que não dizem nada, devem ser conscientes que no dia da justiça vão achar que temos muito boa memória. Aqueles que não combateram por um lugar ao sol para as crianças brancas não viverão neste país depois do Ragnarok. Permitir-lhes viver junto a nós seria uma desgraça à memória de Robert Matthews e a todos aqueles que sacrificaram suas vidas, sua liberdade, seu tempo ou sua saúde pelas Catorze Palavras.
Recentemente enviámos uma cópia do artigo "Expondo um Crime de Ódio" do jornal Idaho Falls. Vê-se que alguns simpatizantes da Fourteen Words Press distribuíram alguns panfletos dizendo que o Povo Branco deveria assegurar sua existência e ter um futuro para seus filhos. De facto o artigo citou as Catorze Palavras textualmente. Então a nossa Causa alcançou milhares de pessoas com a cortesia da imprensa do Sistema. No ano passado, as Catorze Palavras foram citadas na TV e no Washington Post, bem como em muitas publicações da resistência por todo o mundo. Nada disto teria acontecido se os simpatizantes da Fourteen Words Press se tivessem contentado em difundir a sua mensagem no seu meio bem como no do Movimento.
Gostaria de aproveitar esta oportunidade para felicitar e agradecer a todos e cada um daqueles que tiveram visão e motivação para tomar tão positiva acção. Devemos recordar que nosso primeiro trabalho é acordar número suficiente da nossa gente ante nossa iminente extinção e o que significa. Muitos da nossa Gente ainda acredita que as pessoas brancas são uma maioria, devido aos meios de comunicação inimigos, que chamam aos 90% da população mundial, que é de cor não-branca, de "minorias".
Na ordem para penetrar a “cortina de aço” dos meios de comunicação nós devemos nos centrar no singelo assunto já dito nas Catorze Palavras, e não nos enganando, perseguindo estes conteúdos. Certamente nós podemos reconhecer que há algum valor expondo os exageros do pretendido holocausto, o poder bancário, as violações da Constituição e todos os demais assuntos que ocupam as mentes da chamada Ultra-direita. Mas, eu realmente não me preocupo se o maldito sistema monetário adoptará as hordas de cor não-branca depois que nossa raça estiver extinta. Eu não me preocupo se eles se chamam a si mesmos de conservadores ou liberais. Eu não me preocupo se os judeus convencem as hordas de cor não-branca que seis milhões de "escolhidos" morreram na II Guerra Mundial.
Francamente, não me importa em nada se o mundo inclusive contínua existindo, se os judeus têm sucesso em seu plano de exterminar nossa raça e, portanto se a beleza da mulher Branca Ariana cessasse de existir para sempre. Outra razão para usar as Catorze palavras incessantemente é que estão “desenhadas” para fazer a perseguição às cada vez mais repressivas “leis de ódio" que são cada vez mais difíceis de serem “burladas”. Podem imaginar um promotor do ZOG dizendo a um júri que eles devem achar uma pessoa culpada de um crime só por que ele quer um futuro para os seus filhos? Deixem-me contar um pouco a respeito da minha própria vida.
Faz quase duas décadas quando descobri o que estava acontecendo, planeei uma campanha para distribuir meio milhão de panfletos que eu desenhei. O cabeçalho dos folhetos era "A Morte da Raça Branca". Isto foi o que atraiu o imortal ódio do ZOG. Depois dos judeus descobrirem quem estava distribuindo os panfletos, retiraram a minha licença de agente imobiliário. As represálias económicas são a sua primeira resposta à resistência. Eles usaram a desculpa que desobedeci á lei por não vender casas para gentes de cor não-branca em comunidades Brancas, o qual era verdade, já que tais acções seriam traição à raça. Como queira que de onde tenha vontade há um caminho, eu usei os meus conhecimentos imobiliários para obter um trabalho numa seguradora onde fui capaz sub-repticiamente de fazer mais de quinhentas cópias diárias do panfleto "A Morte da Raça Branca". Passei horas de refeições e fins-de-semana metendo-as nos produtos que se vendem nas lojas. Em livrarias introduzi milhares deles nos livros. Os pára-brisas dos carros em estacionamentos e as cabines telefónicas foram inundados.
As oportunidades são infinitas e só estás limitado pelo tempo, dinheiro e iniciativa. Tenho amigos que "tiram" centenas de jornais editados pelos grandes centros de lojas. Às sextas-feiras à noite passava metendo os panfletos dentro deles e fixando-os com elásticos. Então, no Sábado à noite milhares deles eram entregues como se fosse o jornal de Domingo. Se tens um trabalho e não queres ficar exposto, tu podes desenvolver tuas próprias tácticas de guerrilha para prevenir ser identificado pela polícia do pensamento deste auto-chamado país livre.
Eu não espero que cada leitor da Focus Fourteen tenha o tempo ou os recursos para dispor na distribuição que eu fiz uma vez. Mas vamos extrapolar. Se só cem dos nossos simpatizantes distribuíssem só catorze "Manifestos do Genocídio Branco" ou outros panfletos por dia, resultariam mais de 10.000 (100 pessoas X 14 panfletos= 1400 panfletos X 7= 9800 panfletos) por semana e cerca de um milhão por ano (1400 panfletos de todos os ativistas por dia X 365= 511000 panfletos). Isto é pedir muito pela nossa causa sagrada? O inimigo não pode suportar esta classe de pressão das Catorze Palavras indefinidamente, ou inclusive por um período de tempo prolongado. Adicionalmente, nós podemos esperar que cada vez mais e mais motivados recrutas se unirão ao esforço pelas Catorze Palavras, o Grito de batalha da nossa Gente está crescendo a uma taxa exponencial que deve estar aterrorizando o inimigo.
Façamos que a gente se una a nós ou permaneça fora do nosso caminho porque nós tentamos ganhar. Mas os perdedores, os vagabundos, os que não dizem nada, devem ser conscientes que no dia da justiça vão achar que temos muito boa memória. Aqueles que não combateram por um lugar ao sol para as crianças brancas não viverão neste país depois do Ragnarok. Permitir-lhes viver junto a nós seria uma desgraça à memória de Robert Matthews e a todos aqueles que sacrificaram suas vidas, sua liberdade, seu tempo ou sua saúde pelas Catorze Palavras.
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