A palavra ZOG (Zionist Occupation Government) é o termo usado para descrever todos os traidores e marionetes sionistas que controlam grande parte das nações deste planeta.
Apesar de esses governos parecerem operar independentemente, eles são meros fantoches das financeiras internacionais que coordenam suas agendas. Esses governos mandam em nossas vidas: instituem tiranias que podem suprir qualquer crítica sobre a política, criam uma linha de pensamento deturpada que só beneficia a eles, e fazem tudo isso mascarados por detrás de um discurso hipócrita de paz e democracia.
Já não adianta tentar impedir que o ZOG entre em nossa nação, eles já aqui estão, nos média, no judiciário, no legislativo, no sistema financeiro, e em tudo o que atinja directamente as massas. É preciso entender que eles já estão aqui muito bem estabelecidos e temos que organizar uma resistência a esse genocídio cultural que o ZOG tem promovido na nossa pátria. O seu grande objectivo é atingir um mundo onde não existam nações soberanas, nem cultura, com uma população sem opinião, que não ameacem o seu modo de adquirir privilégios e de dominação.
Usam os média para te fazer acreditar que o teu país não é o melhor, que o teu povo não tem força em relação a outro, levam-te a acreditar que o norte-americano -- o braço armado da ZOG - é super poderoso e que lutar é inútil.
Para sermos grandes não devemos esperar que os outros façam por nós, temos que fazer pos nós mesmos, começar a agir.
Devemos ter a preciosa vontade de mudar, ela move mundos, moveu até ao topo do mundo o povo de um país que se encontrava na miséria do pós-guerra, saqueado pelos países vencedores da primeira guerra mundial e humilhado pelo Tratado de Versalhes.
A vontade fez esse povo estourar os grilhões que os sionistas lhes tentavam colocar, fez surgir o desejo da autodeterminação, e de devolver áquele país de grandiosa história a sua posição merecida no mundo, e sob a bandeira do Nacional-Socialismo nasceu o III Reich, que se desenvolveu em velocidade ímpar na história da humanidade. Os sionistas demonizam essa doutrina, atribuindo-lhe falsos crimes, induzindo pessoas de pouca instrução a acreditarem que ela é má, impondo um falso padrão de bem e mal, de certo e errado.
É preciso compreender que o bom e certo para os sionistas é mau para nós, é exactamente por isso que eles fazem as pessoas acreditarem que o Nacional-Socialismo é mau, pois essa doutrina inevitavelmente retira a venda que fecha os olhos da população para a realidade, desperta o sentimento de amor à pátria, e esse é o maior medo dos sionistas, pois caso isso venha a ocorrer, eles não terão como manter as suas riquezas criminosas, mantidas á custa da miséria e desgraça alheia.
Não sejas nacionalista apenas nos campeonatos de futebol. Quem se apaixona por si mesmo não tem rivais,o teu país é um gigante que querem manter adormecido, sonha alto, sê grande, sê um Nacional-Socialista.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Revolução Pessoal
Um verdadeiro Nacional-Socialista nasce predestinado a tal, não basta apenas
adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que possuíam idéias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.
O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.
Devemos perceber que estamos engajados na maior luta da história, não lutamos por dinheiro, classe social ou por conquistas territoriais, mas pela preservação da própria vida. O Nacional-Socialismo luta por um novo modo de vida, um modo de vida honrado e sincero. Nós lutamos por algo que é puro e correcto.
É necessária a realização de uma revolução pessoal: a destruição de antigas ideias e falsos valores e a compreensão e aceitação de novos. O Nacional-Socialista aceita e compreende as Leis Naturais. Somos manifestação da Natureza e parte de um ambiente onde as nossas acções influenciam todos ao nosso redor.
Devemos conhecer e nos orgulhar da cultura de nossos antepassados, pois eles são parte de nós, assim como seremos de nossos filhos. O que somos hoje é produto de nossas primeiras gerações. Nossos mitos e nossa cultura revelam a Cosmovisão de nossa raça. A raça Ariana possui um espírito nobre e guerreiro, um espírito adormecido, mas que está a ser despertado. A solução para nossa salvação encontra-se em nossa própria cultura, em nossos próprios valores, em nosso próprio Sangue. Após a realização da revolução pessoal, encontraremos a nossa salvação pelo auto-conhecimento, encontraremos essa resposta ao olharmos para dentro de nós mesmos.
O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra pessoal e da consciência pelo que é correcto e justo. O Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito. Estamos em busca da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a perseguir seu próprio destino em rumo à superação pessoal. O Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de uma sociedade melhor e mais digna.
Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios governos. É impossível a um Nacional-Socialista não se revoltar contra a actual situação em que o mundo se encontra e essa realidade doentia. Lutamos para alcançar nossa própria liberdade, a liberdade de controlarmos nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo. Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correcto? Pode encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é hora de fazermos algo!
É a hora de se levantar e erguer o braço direito!
adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que possuíam idéias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.
O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.
Devemos perceber que estamos engajados na maior luta da história, não lutamos por dinheiro, classe social ou por conquistas territoriais, mas pela preservação da própria vida. O Nacional-Socialismo luta por um novo modo de vida, um modo de vida honrado e sincero. Nós lutamos por algo que é puro e correcto.
É necessária a realização de uma revolução pessoal: a destruição de antigas ideias e falsos valores e a compreensão e aceitação de novos. O Nacional-Socialista aceita e compreende as Leis Naturais. Somos manifestação da Natureza e parte de um ambiente onde as nossas acções influenciam todos ao nosso redor.
Devemos conhecer e nos orgulhar da cultura de nossos antepassados, pois eles são parte de nós, assim como seremos de nossos filhos. O que somos hoje é produto de nossas primeiras gerações. Nossos mitos e nossa cultura revelam a Cosmovisão de nossa raça. A raça Ariana possui um espírito nobre e guerreiro, um espírito adormecido, mas que está a ser despertado. A solução para nossa salvação encontra-se em nossa própria cultura, em nossos próprios valores, em nosso próprio Sangue. Após a realização da revolução pessoal, encontraremos a nossa salvação pelo auto-conhecimento, encontraremos essa resposta ao olharmos para dentro de nós mesmos.
O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra pessoal e da consciência pelo que é correcto e justo. O Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito. Estamos em busca da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a perseguir seu próprio destino em rumo à superação pessoal. O Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de uma sociedade melhor e mais digna.
Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios governos. É impossível a um Nacional-Socialista não se revoltar contra a actual situação em que o mundo se encontra e essa realidade doentia. Lutamos para alcançar nossa própria liberdade, a liberdade de controlarmos nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo. Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correcto? Pode encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é hora de fazermos algo!
É a hora de se levantar e erguer o braço direito!
terça-feira, 27 de julho de 2010
Consciência Racial II
Faz mais de 2.000 anos que estamos vendo como nossa raça está se destruindo e estamos chegando ao fim. Somos só 8% da população mundial. As mulheres brancas em idade de procriar são só 2%. Os brancos, em vez de estar unidos, estão se enfrentando por assuntos estranhos à nossa raça e ao nosso ser. Façamos um pouco de história, antes da cristianização da Europa, os povos brancos viviam em perfeita harmonia. Os gregos e romanos tinham atingido um grau de civilização, que nunca se superou. O tempo todo se estava em contínua criação e desenvolvimento. Ainda hoje em dia os grandes artistas, cientistas e filósofos olham a Grécia (berço da civilização branca).
Outros povos da Europa, que não tinham atingido tão alto grau de civilização, como por exemplo os vikings, igualmente se destacavam por seu sentido de honra, de dever e a consciência de sangue. Esta consciência, a de sangue, de raça, de povo, é a que mantém viva uma raça, um povo, uma Nação. Com a perda da consciência racial, a Grécia afundou-se na degradação, na homossexualidade e na mistura racial. Com a chegada do cristianismo, a Europa foi campo de guerras religiosas que duraram centenas de anos. Milhões de pessoas morreram pelo simples facto de não adorar a deus (que era um deus estranho, para os antigos europeus). Acusados de satanistas, hereges e bruxas, milhares de brancos foram assassinados pela inquisição. Em nome de deus, católicos e protestantes se enfrentaram durante séculos, derramando sangue branco por toda a Europa. Ainda hoje em dia meninos brancos são vítimas de atentados, por fanáticos religiosos.
Quando uma raça se enfrenta, quando irmãos de sangue se matam em nome de um deus estrangeiro, esta raça tem perdido sua consciência de sangue. Convertemo-nos em depredadores de nossa própria espécie. No século XIX, quando parecia que as guerras religiosas tinham chegado ao seu fim, a Europa começou a dividir-se e nações inteiras fraccionavam-se em pequenos estados, as fronteiras políticas suplantaram as fronteiras de sangue. Começam guerras fratricidas, que deixaram como consequência milhões de brancos mortos. No século XX, duas guerras mundiais, levam a nossa raça ao abismo. A II guerra mundial foi uma guerra racial, a Alemanha Nacional-Socialista, que graças a ADOLF HITLER, tinha conseguido pela primeira vez em dois mil anos que um povo, recobrasse sua consciência de raça; foi vilmente atacada e destruída. Em nome da democracia e da "liberdade", os liberais, assassinaram a milhões de inocentes.
O comunismo, enfrentando aos povos, fez suceder sangrentas guerras civis (exemplo: Espanha) e 50.000.000 de brancos morreram antes e depois da revolução bolchevique. Hoje em dia nossa raça se tem degradado completamente. Defendemos os "direitos" dos negros, judeus, indígenas, homossexuais, seropositivos, tóxico-dependentes, etc. Enquanto nossa raça é 8% da população mundial. E cada dia o número de brancos vai baixando. A falta de consciência racial levou à mistura racial, suicídio de nossa raça. Tudo o que forma o carácter de nossa raça, está se perdendo completamente. O número de casais inter-raciais segue aumentando, são mais as mulheres brancas que abortam que as que têm filhos. Estamos vendo como nossa raça está sendo exterminada por traidores e conspiradores, e cada dia que passa, aproximamo-nos mais e mais ao fim de nossa raça.
É demasiado tarde, para salvar nossa raça? Isso não sei, espero que não. Mas se não lutamos nem trabalhamos por nossa raça, seguramente será o nosso fim. Não devemos esperar que outros façam o trabalho que nos corresponde. Não podemos seguir esperando uma nova geração, em nossas mãos está o futuro de nossa raça. Não podemos seguir esperando um FÜHRER, jamais na história teve dois líderes num mesmo século, Adolf Hitler marcou-nos o caminho, deixou-nos um legado, nós devemos finalizar a tarefa que se começou há mais de 60 anos: recuperar nossa CONSCIÊNCIA RACIAL.
Está bem falar de políticas económicas, de justiça social, de revisionismo, mas o povo alemão na época do III Reich, não tinha conseguido a felicidade e o bem-estar interior, como povo e como Nação, pelo facto de que o governo terminou com a desocupação, melhorou os salários, a qualidade de vida, etc. O povo alemão conseguiu a felicidade e o bem-estar interior, pois tinha recuperado sua CONSCIÊNCIA DE RAÇA, de sangue, de povo, de nação. De nada serve, seguir falando de políticas económicas e sociais, se nossa raça está em perigo de extinção. Muitos dizem, que não é conveniente falar do tema racial se não estamos no poder (quer dizer que se estivéssemos no poder, aí poderíamos? Isso acontece porque NINGUÉM PODE “PRENDER” IDÉIAS, podemos ser presos fisicamente, mas nossas ideias e nossa política estarão sempre em nossas mentes e em nossos corações!!!!!). Mas, é que não podemos esperar mais; a nossa RAÇA e o futuro das nossas CRIANÇAS é hoje actualmente nossa prioridade. E quem diz que o tema racial não tem importância ou que é secundário, não considero camaradas.
Devemos deixar de falar e entrar em acção. Propaganda, propaganda e propaganda. Isso é o primeiro, mostrar a nossa gente, que não somos maioria como os meios nos querem fazer crer senão que somos uma minoria e estamos em perigo de extinção. Através da propaganda, devemos tratar de conseguir que nossa gente recupere sua CONSCIÊNCIA RACIAL. Que se sinta Orgulhoso de ser Branco, deste orgulho de suas raízes e de suas tradições, que defenda sua cultura, a sua família, as nossas mulheres e aos nossos meninos que são o futuro de nossa Raça. Os activistas brancos são uma minoria dentro de nossa Raça. Temos a nossa própria gente na contramão, e os meios, as forças policiais, nossos governos ocupados e os militantes de esquerda, libertários e homossexuais.
Devemos antes que nada unir-nos, não andar cada um por seu lado, a UNIÃO nos dará a força, para começar esta luta. Há 2.000 anos a propaganda sionista, lavou o cérebro de nossa gente, fazendo que nos odiemos, que defendamos os "direitos" de outras raças antes que os nossos, que pelo fato de ser brancos devemos sentir vergonha e asco. Bem, em nós está o poder reverter esta situação, inundemos as ruas e as cidades com cartazes, adesivos, grafittis. Publiquemos fanzines, jornais, páginas web; mas não fiquemos no aspecto doutrinal e filosófico, vamos dar alternativas, conselhos, apoiemos os grupos em formação. Educar jovens, formar militantes compenetrados com a nossa causa e que não sejam arruaceiros.
Devemos estar em contínua R-evolução (com R maiúsculo), não devemos ficar unicamente no esquema da Alemanha dos anos '30. Somos outra geração (talvez a última), estamos no princípio de um novo século. Temos a nossas custas sessenta anos de calúnias e difamações. Os judeus, traidores da raça e negros têm mais poder que nunca. A situação actual difere em vários aspectos com a da Alemanha dos '30. O estancamento é o pior que pode passar a um grupo revolucionário.
Devemos ser fortes, inteligentes, não devemos cair no sectarismo nem em formar grupos violentos. Queremos que nossa gente nos ame não que nos odeie. Violência, sim, mas unicamente para nos defender, não para ser circo da imprensa sionista. Não devemos odiar nem desprezar às demais raças, devemos amar à nossa. Nossa gente deve compreender que a igualdade não existe, que os brancos são diferentes dos negros e estes por sua vez são diferentes dos amarelos. E nessa diferença, radicam as virtudes de cada raça. Nossa luta é pelas sagradas 14 Palavras...... "Devemos assegurar a existência de nossa Raça e um futuro para as crianças Brancas". Ninguém promete uma vitória, talvez nunca o consigamos, mas morreremos sabendo que pelo menos tentamos. Se a nossa gente recuperar sua consciência, se escutar o chamado de seu sangue, se encher de orgulho e amor por nossa raça, não há dúvidas, o inimigo não poderá contra nós e sobre este planeta, não haverão nunca mais épocas de obscuridade. O progresso, a beleza e a civilização, voltarão e será o começo de uma nova era de prosperidade e de avanços para nossa Raça.
14/88!
Sebastián
(Orgulho Skinhead)
Outros povos da Europa, que não tinham atingido tão alto grau de civilização, como por exemplo os vikings, igualmente se destacavam por seu sentido de honra, de dever e a consciência de sangue. Esta consciência, a de sangue, de raça, de povo, é a que mantém viva uma raça, um povo, uma Nação. Com a perda da consciência racial, a Grécia afundou-se na degradação, na homossexualidade e na mistura racial. Com a chegada do cristianismo, a Europa foi campo de guerras religiosas que duraram centenas de anos. Milhões de pessoas morreram pelo simples facto de não adorar a deus (que era um deus estranho, para os antigos europeus). Acusados de satanistas, hereges e bruxas, milhares de brancos foram assassinados pela inquisição. Em nome de deus, católicos e protestantes se enfrentaram durante séculos, derramando sangue branco por toda a Europa. Ainda hoje em dia meninos brancos são vítimas de atentados, por fanáticos religiosos.
Quando uma raça se enfrenta, quando irmãos de sangue se matam em nome de um deus estrangeiro, esta raça tem perdido sua consciência de sangue. Convertemo-nos em depredadores de nossa própria espécie. No século XIX, quando parecia que as guerras religiosas tinham chegado ao seu fim, a Europa começou a dividir-se e nações inteiras fraccionavam-se em pequenos estados, as fronteiras políticas suplantaram as fronteiras de sangue. Começam guerras fratricidas, que deixaram como consequência milhões de brancos mortos. No século XX, duas guerras mundiais, levam a nossa raça ao abismo. A II guerra mundial foi uma guerra racial, a Alemanha Nacional-Socialista, que graças a ADOLF HITLER, tinha conseguido pela primeira vez em dois mil anos que um povo, recobrasse sua consciência de raça; foi vilmente atacada e destruída. Em nome da democracia e da "liberdade", os liberais, assassinaram a milhões de inocentes.
O comunismo, enfrentando aos povos, fez suceder sangrentas guerras civis (exemplo: Espanha) e 50.000.000 de brancos morreram antes e depois da revolução bolchevique. Hoje em dia nossa raça se tem degradado completamente. Defendemos os "direitos" dos negros, judeus, indígenas, homossexuais, seropositivos, tóxico-dependentes, etc. Enquanto nossa raça é 8% da população mundial. E cada dia o número de brancos vai baixando. A falta de consciência racial levou à mistura racial, suicídio de nossa raça. Tudo o que forma o carácter de nossa raça, está se perdendo completamente. O número de casais inter-raciais segue aumentando, são mais as mulheres brancas que abortam que as que têm filhos. Estamos vendo como nossa raça está sendo exterminada por traidores e conspiradores, e cada dia que passa, aproximamo-nos mais e mais ao fim de nossa raça.
É demasiado tarde, para salvar nossa raça? Isso não sei, espero que não. Mas se não lutamos nem trabalhamos por nossa raça, seguramente será o nosso fim. Não devemos esperar que outros façam o trabalho que nos corresponde. Não podemos seguir esperando uma nova geração, em nossas mãos está o futuro de nossa raça. Não podemos seguir esperando um FÜHRER, jamais na história teve dois líderes num mesmo século, Adolf Hitler marcou-nos o caminho, deixou-nos um legado, nós devemos finalizar a tarefa que se começou há mais de 60 anos: recuperar nossa CONSCIÊNCIA RACIAL.
Está bem falar de políticas económicas, de justiça social, de revisionismo, mas o povo alemão na época do III Reich, não tinha conseguido a felicidade e o bem-estar interior, como povo e como Nação, pelo facto de que o governo terminou com a desocupação, melhorou os salários, a qualidade de vida, etc. O povo alemão conseguiu a felicidade e o bem-estar interior, pois tinha recuperado sua CONSCIÊNCIA DE RAÇA, de sangue, de povo, de nação. De nada serve, seguir falando de políticas económicas e sociais, se nossa raça está em perigo de extinção. Muitos dizem, que não é conveniente falar do tema racial se não estamos no poder (quer dizer que se estivéssemos no poder, aí poderíamos? Isso acontece porque NINGUÉM PODE “PRENDER” IDÉIAS, podemos ser presos fisicamente, mas nossas ideias e nossa política estarão sempre em nossas mentes e em nossos corações!!!!!). Mas, é que não podemos esperar mais; a nossa RAÇA e o futuro das nossas CRIANÇAS é hoje actualmente nossa prioridade. E quem diz que o tema racial não tem importância ou que é secundário, não considero camaradas.
Devemos deixar de falar e entrar em acção. Propaganda, propaganda e propaganda. Isso é o primeiro, mostrar a nossa gente, que não somos maioria como os meios nos querem fazer crer senão que somos uma minoria e estamos em perigo de extinção. Através da propaganda, devemos tratar de conseguir que nossa gente recupere sua CONSCIÊNCIA RACIAL. Que se sinta Orgulhoso de ser Branco, deste orgulho de suas raízes e de suas tradições, que defenda sua cultura, a sua família, as nossas mulheres e aos nossos meninos que são o futuro de nossa Raça. Os activistas brancos são uma minoria dentro de nossa Raça. Temos a nossa própria gente na contramão, e os meios, as forças policiais, nossos governos ocupados e os militantes de esquerda, libertários e homossexuais.
Devemos antes que nada unir-nos, não andar cada um por seu lado, a UNIÃO nos dará a força, para começar esta luta. Há 2.000 anos a propaganda sionista, lavou o cérebro de nossa gente, fazendo que nos odiemos, que defendamos os "direitos" de outras raças antes que os nossos, que pelo fato de ser brancos devemos sentir vergonha e asco. Bem, em nós está o poder reverter esta situação, inundemos as ruas e as cidades com cartazes, adesivos, grafittis. Publiquemos fanzines, jornais, páginas web; mas não fiquemos no aspecto doutrinal e filosófico, vamos dar alternativas, conselhos, apoiemos os grupos em formação. Educar jovens, formar militantes compenetrados com a nossa causa e que não sejam arruaceiros.
Devemos estar em contínua R-evolução (com R maiúsculo), não devemos ficar unicamente no esquema da Alemanha dos anos '30. Somos outra geração (talvez a última), estamos no princípio de um novo século. Temos a nossas custas sessenta anos de calúnias e difamações. Os judeus, traidores da raça e negros têm mais poder que nunca. A situação actual difere em vários aspectos com a da Alemanha dos '30. O estancamento é o pior que pode passar a um grupo revolucionário.
Devemos ser fortes, inteligentes, não devemos cair no sectarismo nem em formar grupos violentos. Queremos que nossa gente nos ame não que nos odeie. Violência, sim, mas unicamente para nos defender, não para ser circo da imprensa sionista. Não devemos odiar nem desprezar às demais raças, devemos amar à nossa. Nossa gente deve compreender que a igualdade não existe, que os brancos são diferentes dos negros e estes por sua vez são diferentes dos amarelos. E nessa diferença, radicam as virtudes de cada raça. Nossa luta é pelas sagradas 14 Palavras...... "Devemos assegurar a existência de nossa Raça e um futuro para as crianças Brancas". Ninguém promete uma vitória, talvez nunca o consigamos, mas morreremos sabendo que pelo menos tentamos. Se a nossa gente recuperar sua consciência, se escutar o chamado de seu sangue, se encher de orgulho e amor por nossa raça, não há dúvidas, o inimigo não poderá contra nós e sobre este planeta, não haverão nunca mais épocas de obscuridade. O progresso, a beleza e a civilização, voltarão e será o começo de uma nova era de prosperidade e de avanços para nossa Raça.
14/88!
Sebastián
(Orgulho Skinhead)
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Nacional-Socialismo "à la carte"
Há algum tempo, à medida que me vou formando de um modo
sério e ético, vou observando com atenção, a área do panorama NS na rede. Não deixa de me surpreender a quantidade de dissidências e de contradições nos conhecimentos e nas concepções de muitos NS virtuais e não tão virtuais.
Na internet (principalmente) podem-se observar alguns debates onde
os critérios tendem a variar e a dar uma ligeira impressão de contrariedade. Temas como o conceito de Nacional-Socialismo, a religião e a política, são sem dúvida os mais contraproducentes pela limitada capacidade de compreender a verdadeira ou única mensagem nos textos formativos e informativos alojados nas Webs ou nos livros pelos pensadores, ideólogos e historiadores, que nos deixaram para que continuemos o ciclo.
Mas infelizmente temo que esse ciclo se torça muito frequentemente criando ondulações que despistam mais que esclarecem. Pode ser que seja só impressão minha, certamente, mas "à vista desarmada", todos os que decidem entender e se aproximar de nós, fogem apavorados ao observarem tantas contrariedades, conflitos, guerrinhas etc. Isto, tanto para um robusto e formado camarada com uma grande capacidade intelectual, como para o trabalhador mais humilde que não compreende que é o NS, mas sofre da mesma forma que todos nós os mesmos problemas sociais, está igualmente próximo e nem sequer
o sabe, se daria conta imediatamente em algum momento determinado, que isto do Nacional-Socialismo não tem saída ou não vale a pena, pois se todos somos irmãos, porquê tanta dissidência? Não é isto uma contradição? O que é o Nacional-Socialismo sem os Nacional-Socialistas?
Acredito que é necessário comentar e expressar o descontentamento que isto proporciona, para que se tenha em conta, que há diferenças de opiniões, conhecimentos e concepções, onde não teria que haver, não sabem tratar e reflectir. Para isso se precisa da maturidade necessária e isto acredito que não é o que abunda.
Estou absolutamente certo que não sou o único a notar isso, mas tão pouco o único que acredita firmemente que é nossa responsabilidade solucioná-lo.
Algumas Webs contêm informação e textos formativos necessários para uma compreensão mínima do que é o NS e não os Nacional-Socialismos, que é realmente o que alguns parecem que se propuseram, contradizendo, confundindo e refutando as mensagens que expressam os textos mais respeitados e importantes dentro do panorama, exercendo novas doutrinas e novos conceitos desnecessários.
Estou de acordo em que o NS deve melhorar ou acompanhar os tempos, mas de forma uniforme e conjunta, estando toda a maioria de acordo, não dividindo em dois lados uma só ideologia. Uma forma de compreender a vida, dividida em duas e enfrentadas entre si, não pode ser mais perturbador e contraproducente.
Mas isto é o que se reflecte na realidade virtual, e não tão virtual, duas partes ou mais, do que para muitos significa o NS. O conflito existe e isto não pode ser mais prejudicial se o que verdadeiramente pretendemos é que se compreenda e difunda esta forma de viver e de pensar numa forma conjunta para os futuros camaradas, que pretenderão se formar.
Como homem, como irmão racial vosso, percebo muitíssimas discrepâncias, das quais a maioria delas já deveriam estar superadas amplamente para os tempos nos quais vivemos. É possível que tudo tenha uma solução frutífera, mas se não ganharmos vontade para agirmos em conjunto, nos identificarmos e compreendermos dignamente para combater o mesmo mal, tardia será a hora na qual chegue o arrependimento se é que chega com tanto orgulho.
É necessário o entendimento para trabalhar pelo futuro, pois se assim não for pereceremos todos com nossos particulares conceitos ideológicos.
Desde que me formo na medida que me é possível, compreendo um só Nacional-Socialismo, capaz de unir e demonstrar do que é capaz de conquistar para uma nação e um povo.
Uma vez disse-me, metaforicamente, um bom camarada que: "é obrigação de todo o bom irmão racial cuidar de seus irmãos e manterem-se limpos neste sistema tão putrefacto e sujo. Que é nossa responsabilidade
mantermo-nos todos limpos".
Em poucas palavras, que é nossa responsabilidade sanear nossos próprios irmãos se acreditamos que estão sujos, pois o que diz de um diz de todos, e o qual diz de todos diz de um, e um só é o nosso caminho e um só o nosso guia, não deixemos que ninguém manche nem suje nosso caminho, não entre nós.
sério e ético, vou observando com atenção, a área do panorama NS na rede. Não deixa de me surpreender a quantidade de dissidências e de contradições nos conhecimentos e nas concepções de muitos NS virtuais e não tão virtuais.
Na internet (principalmente) podem-se observar alguns debates onde
os critérios tendem a variar e a dar uma ligeira impressão de contrariedade. Temas como o conceito de Nacional-Socialismo, a religião e a política, são sem dúvida os mais contraproducentes pela limitada capacidade de compreender a verdadeira ou única mensagem nos textos formativos e informativos alojados nas Webs ou nos livros pelos pensadores, ideólogos e historiadores, que nos deixaram para que continuemos o ciclo.
Mas infelizmente temo que esse ciclo se torça muito frequentemente criando ondulações que despistam mais que esclarecem. Pode ser que seja só impressão minha, certamente, mas "à vista desarmada", todos os que decidem entender e se aproximar de nós, fogem apavorados ao observarem tantas contrariedades, conflitos, guerrinhas etc. Isto, tanto para um robusto e formado camarada com uma grande capacidade intelectual, como para o trabalhador mais humilde que não compreende que é o NS, mas sofre da mesma forma que todos nós os mesmos problemas sociais, está igualmente próximo e nem sequer
o sabe, se daria conta imediatamente em algum momento determinado, que isto do Nacional-Socialismo não tem saída ou não vale a pena, pois se todos somos irmãos, porquê tanta dissidência? Não é isto uma contradição? O que é o Nacional-Socialismo sem os Nacional-Socialistas?
Acredito que é necessário comentar e expressar o descontentamento que isto proporciona, para que se tenha em conta, que há diferenças de opiniões, conhecimentos e concepções, onde não teria que haver, não sabem tratar e reflectir. Para isso se precisa da maturidade necessária e isto acredito que não é o que abunda.
Estou absolutamente certo que não sou o único a notar isso, mas tão pouco o único que acredita firmemente que é nossa responsabilidade solucioná-lo.
Algumas Webs contêm informação e textos formativos necessários para uma compreensão mínima do que é o NS e não os Nacional-Socialismos, que é realmente o que alguns parecem que se propuseram, contradizendo, confundindo e refutando as mensagens que expressam os textos mais respeitados e importantes dentro do panorama, exercendo novas doutrinas e novos conceitos desnecessários.
Estou de acordo em que o NS deve melhorar ou acompanhar os tempos, mas de forma uniforme e conjunta, estando toda a maioria de acordo, não dividindo em dois lados uma só ideologia. Uma forma de compreender a vida, dividida em duas e enfrentadas entre si, não pode ser mais perturbador e contraproducente.
Mas isto é o que se reflecte na realidade virtual, e não tão virtual, duas partes ou mais, do que para muitos significa o NS. O conflito existe e isto não pode ser mais prejudicial se o que verdadeiramente pretendemos é que se compreenda e difunda esta forma de viver e de pensar numa forma conjunta para os futuros camaradas, que pretenderão se formar.
Como homem, como irmão racial vosso, percebo muitíssimas discrepâncias, das quais a maioria delas já deveriam estar superadas amplamente para os tempos nos quais vivemos. É possível que tudo tenha uma solução frutífera, mas se não ganharmos vontade para agirmos em conjunto, nos identificarmos e compreendermos dignamente para combater o mesmo mal, tardia será a hora na qual chegue o arrependimento se é que chega com tanto orgulho.
É necessário o entendimento para trabalhar pelo futuro, pois se assim não for pereceremos todos com nossos particulares conceitos ideológicos.
Desde que me formo na medida que me é possível, compreendo um só Nacional-Socialismo, capaz de unir e demonstrar do que é capaz de conquistar para uma nação e um povo.
Uma vez disse-me, metaforicamente, um bom camarada que: "é obrigação de todo o bom irmão racial cuidar de seus irmãos e manterem-se limpos neste sistema tão putrefacto e sujo. Que é nossa responsabilidade
mantermo-nos todos limpos".
Em poucas palavras, que é nossa responsabilidade sanear nossos próprios irmãos se acreditamos que estão sujos, pois o que diz de um diz de todos, e o qual diz de todos diz de um, e um só é o nosso caminho e um só o nosso guia, não deixemos que ninguém manche nem suje nosso caminho, não entre nós.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Consciência racial
por Serrana
A diferenciação entre grupos humanos pela côr da pele é tão antiga quanto a própria história da humanidade;
Aparece já nos livros sagrados e nos autores clássicos do mundo greco-latino...
Quando o mundo foi considerado tomista ou leibnitzianamente, como obra perfeita do criador, as raças eram resulatdo da ordem universal,produto da mesma vontade que criou o mundo,realidades naturais cuja transcendência histórica dependia do arbítrio divino, dados de valor constante;
Assim, o ponto de partida das doutrinas racistas surge no momento em que John Ray (1627-?)proclama as espécies humanas como resultado transitório das forças naturais em lugar de arquétipos criados por Deus; A raça transmudada fica sujeita ao arbítrio do devenir humano.
Todo o séc. XVII é lentamente penetrado por essa concepção e as raças passam a factores cujas variantes podem e devem ter acção decisiva na marcha da humanidade;
Com o romantismo alemão aparece,através de Thomas Schelling (1775-?) a primeira exposição doutrinária da questão através da ideia de mito.
Para Schelling é o mito que cria o povo.Não são os povos que criaram os mitos.Da sequência natural e da história é que os povos surgem. Desta maneira logra o mito um papel psicológico de diferênciação, enraízando-se nas particularidades de cada ser humano e actualizando-se nas caracteristicas próprias de cada um dos componentes do grupo.
Em todos os outros grandes nomes do ideialismo alemão não faltam referências à raça. Immanuel Kant (1724-1804) vê na união hereditária um dos factores constitutivos de um povo.No idealismo pós-kantiano Johann Fitche (1762 - 1814) distinguia os alemães de todos os outros povos de origem germânica com considerações em que última análise concluíam pela pureza de sangue do povo teutónico, referindo-se ao povo como suporte de uma eternidade terrena (Irdische Ewigkeit) que só na raça pode plasmar-se viva e permanentemente.
Arthur de Gobineau (1816-1882),considerado o primeiro teórico racista,obcecado, tal como F. Nietzsche (1844-1900), pelas preocupações da decadência, dedica-se a apreciar as catástrofes históricas e tanto Gobineau como Nietzsche pretendem construir uma filosofia da história baseada na análise dessas crises.
Para ambos a solução dos problemas encontra-se nas aptidões e no estado das raças: puras ou corruptas.
Umas são fortes e dão castas de "senhores", outras são fracas e predestinadas para a submissão. Todo o método histórico de Gobineau se reduz a comparar umas com as outras, colocando-se sempre no ponto de vista da raça forte a que pertencia.
"Depois de ter tomado conhecimento de que há raças fortes e raças fracas, dediquei-me a estudar de preferência as primeiras, a analisar as suas aptidões e, sobretudo, a establecer as suas árvores geneológicas.
Seguindo este método, acabei por concluir que tudo o que de grande, nobre e fecundo existe sobre a aterra, toas as criações humanas no campo da ciência,da arte, ou da civilização, são produtos da sequência de um pensamento contínuo, pertencem a uma única familia cujos diversos ramos reinaram em toas as comarcas cultas do universo".
As nações decaem quando degeneram biológicamente e não pela acção das circunstâncias externas; Nem quando o factor homem já não possui o valor intrínseco dos dias gloriosos, o que sucede quando já não corre nas veiras o sangue antigo, aniquilado por sucessivas alianças e que por tal motivo foi perdendo pouco a pouco o valor primitivo.
Em síntese: " Quando conservando embora o nome, já não possui a raça dos fundadores".
A sorte das conquistas, das vitórias ou das derrotas não é bastante para esgotar ou aniquilar a alma de um povo, esse resultado obtem-se pelas misturas das raças que gera decadência.
Para Gobineau existe uma diferença radical e permanente entre elas: há raças que nasceram para dominar - ariana; As outras foram criadas para a obdiência.
Três são as raças que no seu sistma considera: a negra, a amarela e a branca.
A raça negra está no mais baixo grau da escala,por estabelecer a ligação entre o homem e os irracionais.Nunca conseguirá atingir a altura intelectual.De inteligência medíocre, revela-se forte nos instintos animais.Tão semelhante aos animais, a raça negra não é mais que o jogo desenfreado dos instintos, abandonando-se inteiramente ao fatalismo.
A raça amarela é a antítese da raça negra.Com uma vontade mais obstinada que exaltada,os amarelos são débeis e dados aos prazeres materiais e passivos.Em tudo revelam tendência para a mediocridade. Desprovidos do dom criador limitam-se a viver o mais comodamente possível.Incapazes de dar a uma sociedade o espírito de acção.
A raça superior é a raça branca, constituida por homens de energia reflexiva que nunca se abandonam à sorte dos impulsos, conduzidos por vontade firme.Perseverança nos obstáculos,notável vigor físico,notável instinto da ordem e simultâneanmente pronunciando amor à liberdade.Elevados ideais.
A superioridade que forja a história é um som da raça branca.
Não se conseguindo uma separação perfeita, assim dos desvios sucessivos da raça branca,conseguiram os amarelos e negros as suas possibilidades vitais através de novos tipos rácicos,consequência de sucessivas misturas.
Estas alianças com raças inferiores, nas quais a raça branca vai perdendo pouco a pouco o somatório das virtudes que lhe são inatas,constituem o grande perigo contra o qual Gobineau põe em guarda todos os povos arianos.
Para Gobineau esta é a lição da história: "A história mostra-nos que todas as civilizações foram criadas pela raça branca, que nenhuma cultura pode existir sem o concurso dessa raça; finalmente que uma soviedade é gloriosa e própera na medida em que conserva durante o maior período de tempo possível o nobre grupo que a criou".
A obra de Gobineau é um grito de alarme contra a Babel de sangues que conduz fatalmente à impotência e à ruína das sociedades, privando-as do instinto histórico, da alma que gera os grandes feitos,e dos povos criadores da própria história - A RAÇA BRANCA.
A diferenciação entre grupos humanos pela côr da pele é tão antiga quanto a própria história da humanidade;
Aparece já nos livros sagrados e nos autores clássicos do mundo greco-latino...
Quando o mundo foi considerado tomista ou leibnitzianamente, como obra perfeita do criador, as raças eram resulatdo da ordem universal,produto da mesma vontade que criou o mundo,realidades naturais cuja transcendência histórica dependia do arbítrio divino, dados de valor constante;
Assim, o ponto de partida das doutrinas racistas surge no momento em que John Ray (1627-?)proclama as espécies humanas como resultado transitório das forças naturais em lugar de arquétipos criados por Deus; A raça transmudada fica sujeita ao arbítrio do devenir humano.
Todo o séc. XVII é lentamente penetrado por essa concepção e as raças passam a factores cujas variantes podem e devem ter acção decisiva na marcha da humanidade;
Com o romantismo alemão aparece,através de Thomas Schelling (1775-?) a primeira exposição doutrinária da questão através da ideia de mito.
Para Schelling é o mito que cria o povo.Não são os povos que criaram os mitos.Da sequência natural e da história é que os povos surgem. Desta maneira logra o mito um papel psicológico de diferênciação, enraízando-se nas particularidades de cada ser humano e actualizando-se nas caracteristicas próprias de cada um dos componentes do grupo.
Em todos os outros grandes nomes do ideialismo alemão não faltam referências à raça. Immanuel Kant (1724-1804) vê na união hereditária um dos factores constitutivos de um povo.No idealismo pós-kantiano Johann Fitche (1762 - 1814) distinguia os alemães de todos os outros povos de origem germânica com considerações em que última análise concluíam pela pureza de sangue do povo teutónico, referindo-se ao povo como suporte de uma eternidade terrena (Irdische Ewigkeit) que só na raça pode plasmar-se viva e permanentemente.
Arthur de Gobineau (1816-1882),considerado o primeiro teórico racista,obcecado, tal como F. Nietzsche (1844-1900), pelas preocupações da decadência, dedica-se a apreciar as catástrofes históricas e tanto Gobineau como Nietzsche pretendem construir uma filosofia da história baseada na análise dessas crises.
Para ambos a solução dos problemas encontra-se nas aptidões e no estado das raças: puras ou corruptas.
Umas são fortes e dão castas de "senhores", outras são fracas e predestinadas para a submissão. Todo o método histórico de Gobineau se reduz a comparar umas com as outras, colocando-se sempre no ponto de vista da raça forte a que pertencia.
"Depois de ter tomado conhecimento de que há raças fortes e raças fracas, dediquei-me a estudar de preferência as primeiras, a analisar as suas aptidões e, sobretudo, a establecer as suas árvores geneológicas.
Seguindo este método, acabei por concluir que tudo o que de grande, nobre e fecundo existe sobre a aterra, toas as criações humanas no campo da ciência,da arte, ou da civilização, são produtos da sequência de um pensamento contínuo, pertencem a uma única familia cujos diversos ramos reinaram em toas as comarcas cultas do universo".
As nações decaem quando degeneram biológicamente e não pela acção das circunstâncias externas; Nem quando o factor homem já não possui o valor intrínseco dos dias gloriosos, o que sucede quando já não corre nas veiras o sangue antigo, aniquilado por sucessivas alianças e que por tal motivo foi perdendo pouco a pouco o valor primitivo.
Em síntese: " Quando conservando embora o nome, já não possui a raça dos fundadores".
A sorte das conquistas, das vitórias ou das derrotas não é bastante para esgotar ou aniquilar a alma de um povo, esse resultado obtem-se pelas misturas das raças que gera decadência.
Para Gobineau existe uma diferença radical e permanente entre elas: há raças que nasceram para dominar - ariana; As outras foram criadas para a obdiência.
Três são as raças que no seu sistma considera: a negra, a amarela e a branca.
A raça negra está no mais baixo grau da escala,por estabelecer a ligação entre o homem e os irracionais.Nunca conseguirá atingir a altura intelectual.De inteligência medíocre, revela-se forte nos instintos animais.Tão semelhante aos animais, a raça negra não é mais que o jogo desenfreado dos instintos, abandonando-se inteiramente ao fatalismo.
A raça amarela é a antítese da raça negra.Com uma vontade mais obstinada que exaltada,os amarelos são débeis e dados aos prazeres materiais e passivos.Em tudo revelam tendência para a mediocridade. Desprovidos do dom criador limitam-se a viver o mais comodamente possível.Incapazes de dar a uma sociedade o espírito de acção.
A raça superior é a raça branca, constituida por homens de energia reflexiva que nunca se abandonam à sorte dos impulsos, conduzidos por vontade firme.Perseverança nos obstáculos,notável vigor físico,notável instinto da ordem e simultâneanmente pronunciando amor à liberdade.Elevados ideais.
A superioridade que forja a história é um som da raça branca.
Não se conseguindo uma separação perfeita, assim dos desvios sucessivos da raça branca,conseguiram os amarelos e negros as suas possibilidades vitais através de novos tipos rácicos,consequência de sucessivas misturas.
Estas alianças com raças inferiores, nas quais a raça branca vai perdendo pouco a pouco o somatório das virtudes que lhe são inatas,constituem o grande perigo contra o qual Gobineau põe em guarda todos os povos arianos.
Para Gobineau esta é a lição da história: "A história mostra-nos que todas as civilizações foram criadas pela raça branca, que nenhuma cultura pode existir sem o concurso dessa raça; finalmente que uma soviedade é gloriosa e própera na medida em que conserva durante o maior período de tempo possível o nobre grupo que a criou".
A obra de Gobineau é um grito de alarme contra a Babel de sangues que conduz fatalmente à impotência e à ruína das sociedades, privando-as do instinto histórico, da alma que gera os grandes feitos,e dos povos criadores da própria história - A RAÇA BRANCA.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O que é Nacional-Socialismo
Nacional-Socialismo é um modo de vida que afirma que o propósito da vida é contribuir com a evolução de um modo positivo. Nós contribuímos com a Natureza quando cumprimos nosso Dever com nosso povo, desde que nosso povo (nossa raça e cultura) seja nossa conexão com a Natureza: como a Natureza se manifesta sobre nós como seres humanos.
Esse Dever que nós temos vem antes do nosso prazer pessoal, nossos desejos pessoais e até antes de nossa felicidade, e esse é o Dever que expressa a nossa humanidade. Isto é, quando nós cumprimos o nosso Dever nós estamos a agir de maneira humana.
Para cumprir esse Dever necessitamos usar a nossa vontade; isto é, trabalharmos para nos tornarmos auto-disciplinados. Nós trabalhamos para mudarmos nossa vida, nosso comportamento, porque nós compreendemos que nossa vida é muito mais que nosso próprio prazer, nossos próprios desejos, nosso próprio conforto, segurança e felicidade. Nós compreendemos isso quando aceitamos que nós, como indivíduos, somos um nexus: uma conexão viva entre nossos ancestrais, como sua herança e cultura e um futuro melhor que pode ser criado por nós agindo de acordo com as leis, os princípios da Natureza.
A mais fundamental lei da Natureza é que nós, como seres humanos, dependemos da Natureza, que nós somos partes do ser vivo e envolvente que é a Natureza. A nossa vida é uma expressão desse ser, e o que nós fazemos, ou não fazemos, afecta a Natureza, por bem ou por mal.
Na relação à nossa própria espécie humana (que são os seres humanos dependentes da Natureza), esse respeito pela Natureza é manifestado quando nós agimos com Honra com outros seres humanos, porque Honra é o entendimento da Natureza e seu próprio propósito manifestado: a consciência. A nossa consciência – a nossa habilidade de raciocinar, de nos contermos, de usarmos nossa vontade - é a marca de nossa humanidade.
O acto desonrado para com outro ser humano é cometer traição: ser insolente (mostrando falta de respeito) com a Natureza. Comportamento desonrado é a negação de nossa humanidade.
Esse Dever que nós temos vem antes do nosso prazer pessoal, nossos desejos pessoais e até antes de nossa felicidade, e esse é o Dever que expressa a nossa humanidade. Isto é, quando nós cumprimos o nosso Dever nós estamos a agir de maneira humana.
Para cumprir esse Dever necessitamos usar a nossa vontade; isto é, trabalharmos para nos tornarmos auto-disciplinados. Nós trabalhamos para mudarmos nossa vida, nosso comportamento, porque nós compreendemos que nossa vida é muito mais que nosso próprio prazer, nossos próprios desejos, nosso próprio conforto, segurança e felicidade. Nós compreendemos isso quando aceitamos que nós, como indivíduos, somos um nexus: uma conexão viva entre nossos ancestrais, como sua herança e cultura e um futuro melhor que pode ser criado por nós agindo de acordo com as leis, os princípios da Natureza.
A mais fundamental lei da Natureza é que nós, como seres humanos, dependemos da Natureza, que nós somos partes do ser vivo e envolvente que é a Natureza. A nossa vida é uma expressão desse ser, e o que nós fazemos, ou não fazemos, afecta a Natureza, por bem ou por mal.
Na relação à nossa própria espécie humana (que são os seres humanos dependentes da Natureza), esse respeito pela Natureza é manifestado quando nós agimos com Honra com outros seres humanos, porque Honra é o entendimento da Natureza e seu próprio propósito manifestado: a consciência. A nossa consciência – a nossa habilidade de raciocinar, de nos contermos, de usarmos nossa vontade - é a marca de nossa humanidade.
O acto desonrado para com outro ser humano é cometer traição: ser insolente (mostrando falta de respeito) com a Natureza. Comportamento desonrado é a negação de nossa humanidade.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Aquilo em que acredito, aquilo em que não acredito e porquê
por Bradley R. Smith
Compreendo perfeitamente que o regime Hitleriano era anti-semita e perseguiu Judeus e outros. Compreendo que muitos povos conheceram profundas tragédias na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.
Contudo, eu já não acredito que o Estado Alemão seguisse um plano para matar todos os Judeus ou que tivesse usado "câmaras de gás" para o assassínio em massa.
As razões pelas quais já não acredito em nenhuma das histórias são a não existência hoje em dia de vestígios físicos de autênticas câmaras de gás homicidas, e não existem documentos do tempo da guerra que provem que alguma vez existiram. Penso que a história das câmaras de gás não passa de uma falsificação grotesca.
Durante meio século as câmaras de gás estiveram no centro da história do holocausto. São ambas completamente inseparáveis. Sem câmaras de gás não há holocausto. É a equação. É o raciocínio que suporta a afirmação feita por alguns revisionistas que o holocausto é uma fraude.
Muitos dos testemunhos oculares de atrocidades Alemãs contra Judeus e outros são confirmadamente falsos. É errado levantar falsos testemunhos contra terceiros -- a maior parte de nós foi ensinada a perceber isso quando éramos crianças. Os falsos testemunhos contra os Alemães, juntamente com quem os promove, devem ser expostos à luz da investigação pública.
A tentativa de identificar cada sugestão de debate aberto sobre a controvérsia das câmaras de gás com sentimentos anti-Judaicos é infantil. Aqueles que protestam ser mais importante a sensibilidade para com os "sobreviventes" do que a verdade histórica representam uma visão do mundo que não tem cabimento na cultura Ocidental.
Estou disposto a deixar-me convencer que estou errado em parte ou na totalidade. Estou disposto a deixar-me convencer que é odioso apresentar provas a favor ou contra as câmaras de gás. Até estou disposto a discutir a ideia de que a liberdade intelectual corrompe o discurso público quando está envolvida a controvérsia sobre as câmaras de gás.
Contudo, não estou disposto a ir-me embora. Não sei porquê, mas não estou disposto.
Compreendo perfeitamente que o regime Hitleriano era anti-semita e perseguiu Judeus e outros. Compreendo que muitos povos conheceram profundas tragédias na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.
Contudo, eu já não acredito que o Estado Alemão seguisse um plano para matar todos os Judeus ou que tivesse usado "câmaras de gás" para o assassínio em massa.
As razões pelas quais já não acredito em nenhuma das histórias são a não existência hoje em dia de vestígios físicos de autênticas câmaras de gás homicidas, e não existem documentos do tempo da guerra que provem que alguma vez existiram. Penso que a história das câmaras de gás não passa de uma falsificação grotesca.
Durante meio século as câmaras de gás estiveram no centro da história do holocausto. São ambas completamente inseparáveis. Sem câmaras de gás não há holocausto. É a equação. É o raciocínio que suporta a afirmação feita por alguns revisionistas que o holocausto é uma fraude.
Muitos dos testemunhos oculares de atrocidades Alemãs contra Judeus e outros são confirmadamente falsos. É errado levantar falsos testemunhos contra terceiros -- a maior parte de nós foi ensinada a perceber isso quando éramos crianças. Os falsos testemunhos contra os Alemães, juntamente com quem os promove, devem ser expostos à luz da investigação pública.
A tentativa de identificar cada sugestão de debate aberto sobre a controvérsia das câmaras de gás com sentimentos anti-Judaicos é infantil. Aqueles que protestam ser mais importante a sensibilidade para com os "sobreviventes" do que a verdade histórica representam uma visão do mundo que não tem cabimento na cultura Ocidental.
Estou disposto a deixar-me convencer que estou errado em parte ou na totalidade. Estou disposto a deixar-me convencer que é odioso apresentar provas a favor ou contra as câmaras de gás. Até estou disposto a discutir a ideia de que a liberdade intelectual corrompe o discurso público quando está envolvida a controvérsia sobre as câmaras de gás.
Contudo, não estou disposto a ir-me embora. Não sei porquê, mas não estou disposto.
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